02.04.2026 - 16:57h
Educação de BC veste azul pela conscientização sobre o autismo
Nesta quinta-feira (2) celebra-se o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, data que dá o pontapé inicial para a campanha do Abril Azul, mês estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para a sensibilização em relação ao Transtorno do Espectro Autista (TEA). Em alusão ao mês, unidades escolares da Rede Municipal de Ensino de Balneário Camboriú realizam atividades relacionadas ao tema e fomentam o uso de roupas azuis.
No Centro Educacional Municipal (CEM) Giovania de Almeida, por exemplo, uma árvore foi montada para representar a participação de toda a comunidade escolar na conscientização. Cada aluno e profissional são representados por ramificações e folhas, que se fazem essenciais para a construção da inclusão no ambiente escolar. Como parte dessa ação, cada criança foi convidada a escolher uma palavra, uma qualidade, uma característica ou uma atitude que considera importante para incluir.
Atividades no mesmo sentido ocorrem em outras unidades escolares municipais, além da adesão às roupas da cor que representa o mês.
“A conscientização é fundamental. Quanto mais informação de qualidade a sociedade tiver, maior será a capacidade de promover inclusão, respeito e acesso adequado a serviços de saúde, educação e apoio especializado. Essa data também reforça a importância de um olhar mais sensível e técnico, que reconheça a individualidade de cada pessoa com TEA e a necessidade de abordagens multidisciplinares no diagnóstico e no acompanhamento”, diz a secretária de Educação, Zélia Zanella.
O autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por dificuldades na comunicação, interação social e comportamentos repetitivos. A Rede Municipal de Ensino conta com Atendimento Educacional Especializado (AEE), previsto pela Política Nacional de Educação Especial (PNEE) na perspectiva da educação inclusiva, que complementa e suplementa a formação de estudantes com deficiência.
“Quando falamos em autismo, estamos nos referindo a um transtorno do neurodesenvolvimento que se caracteriza, principalmente, por alterações na comunicação social e por padrões de comportamento, interesses ou atividades que podem ser mais restritos e repetitivos. É importante destacar que se trata de um espectro, ou seja, cada pessoa apresenta características e necessidades diferentes, com níveis variados de suporte ao longo da vida”, pontua a diretora do Departamento de Educação Especial e Inclusiva da Seduc, Evori Kaminski.
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Texto: Beatriz Nunes
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